sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Um conto dos anos 90

Na minha juventude tive momentos de muita inspiração. 
Queria jogar um joguinho, Talvez CM. Só que não tinha espaço para instalar, por que nos anos 90 acontecia isso.
Daí pensei assim: vou deletar tudo para caber, depois que eu acabar é só entrar na lixeira do computador e restaurar o que apaguei.
O que tem de pesado aqui? C: ... apaga tudo
Deu pau no computador e não joguei nada. 
fim

terça-feira, 11 de julho de 2017

Humbug - Arctic Monkeys



O terceiro lançado pelo Arctic Monkeys abre a minutagem com o conto de um sujeito meio deprimido, buscando apoio para se motivar.
Na sequência, entre uma cafeteria e uma fábrica de doces uma rainha sem coroa pratica seus célebres truques de flerte. "like she never lost a war".

Da 1ª a 13ª e última faixa, a banda faz música sobre corações roubados, truques de mágica. Mentirosos, animais perigosos e outros personagens que, mais maduros, os ingleses pareciam começar a se misturar.

Não soar como seus antecessores é a força do surpreendente Humbug (algo como Impostor) - o que aparentemente motivou críticas dos que curtiam os primeiros sucessos da banda.
 

terça-feira, 31 de maio de 2016

Considerações e questões aleatórias

Alguns de nós podem cultivar barba. Alguns de nós não podem. É uma boa ideia saber em qual categoria você se encaixa.

Atenção - Se você não sabe dançar, é melhor nem tentar.

Antes de criarem o termo spoiler como a gente reclamava quando alguém contava o fim do filme?

domingo, 29 de maio de 2016

Cruyff, 68

"Pelé é bom, mas o melhor ele não era. Meu pai disse que tinha um holandês melhor, só que depois da Copa de 1974 sumiu. Algum acidente parece".

De maneira que da primeira vez que ouvi falar do Johan Cruyff, ele nem nome tinha e sequer estava entre nós.

O ano desse diálogo se perdeu na caixa de apagados da minha memória, mas foi naquela época, entre seis, sete anos de vida em que verdade dita por adulto e principalmente por pai de amigo era verdade absoluta.

A existência do Cruyff me arrisco a dizer que o pai do meu amigo tomou conhecimento junto com a Seleção Brasileira, que defendia o título de 70.

Numa época que a transmissão pela televisão era incomum principalmente de jogo disputado em solo estrangeiro, a Holanda massacrou o Brasil na Alemanha e seguiu até a final, quando foi derrotada pela anfitriã, mas ganhou o mundo pela qualidade do futebol que apresentou.

Foi a única participação do Cruyff em uma Copa. Em 78, vestiu a camisa laranja até o último jogo da eliminatória e sabe-se lá por que decidiu deixar de defender a seleção a partir dali.

Tem quem diga que foi um protesto contra a ditadura na Argentina, à época comandada com mão de ferro pelo general Videla. Tem quem atribua culpa aos bastidores de 1974. Sob lentes de câmeras fotográficas, foi flagrado com uma amante às vésperas da decisão da Copa, deixando traumas em sua vida pessoal.

Entre um e outro, vocês decidem, eu continuo mesmo querendo divulgar todas os lances do holandês na cancha. E todas as frases de efeito fora do campo. Queria que todo mundo reconhecesse quão genial foi o camisa 14.

Há dois anos, em uma visita ao estádio Olímpico, em Amsterdam, Cruyff voltou a falar sobre a desfecho da Copa de 74: "Talvez nós sejamos os verdadeiros campeões. O mundo se lembra mais do nosso time do que do alemão."


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Créditos

Há mais ou menos 15 anos os cinemas exibiram a primeira leva do que uma enxurrada de adaptações de quadrinhos.
Um dos lances mais legais de alguns longas recentes é a dedicação de quem trabalha na produção.

Essa sequência é tirada dos créditos do segundo filme da franquia Capitão América e bate sozinha muito filme inteiro.









domingo, 1 de maio de 2016

Modificar

Uma das melhores músicas do Sonho Médio, o segundo CD do Dead Fish, fala sobre a transição política ao fim do período militar.
Começa até bem com o crescente sonho por liberdade. Mas o caldo desanda rapidinho até desaguar no Collor, o moderninho que nos enganou.

Seria interessante uma versão sobre nossos dias.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Palpites - Libertadores 2016

Da última vez acertei dois palpites.

Huracán X Atlético Nacional

A abertura da fase de oitavas traz o Atlético Nacional, time com melhor campanha dessa edição com direito a 16 pontos de 18 e nenhum gol sofrido - além de ser conhecido localmente como o time que aquecia o coração peludo dele Pablo Escobar.
Mas o que eu queria realmente falar é que o símbolo do Huracán lembra o balão do Padre Adelir.

Atlético Nacional

Grêmio X Rosario Central

A disputa mais equilibradas. Põe à frente os ex-jogadores e atualmente treinadores Roger e Coudet e times com campanhas quase idênticas, situados em cidades semelhantes (por clima e população), forte rivalidade local. Grêmio supera seu início de temporada mais para menos para sobreviver às oitavas.
Grêmio

Racing X Atlético-MG

Contando com os gols de Lucas Pratto, o Galo passa pelo Racing até com tranquilidade, levando a melhor no duelo Brasil X Argentina do mata-mata.
Atlético-MG

São Paulo X Toluca

São dias loucos nesse 2016. Dias loucos, meus amigos. Em quase cinco meses corridos, o time brasileiro fez menos de meia-dúzia de jogos razoavelmente aceitáveis. Mas os três foram pela Libertadores da América.
São Paulo

Deportivo Táchira X Pumas








Deportivo Táchira

Independiente del Valle X River Plate

Sediado na cidade onde organizou-se a luta pela independência no Equador (daí o nome do time), o Independiente del Valle é uma espécie de novo rico do futebol local e estampa em seu site um curioso título de  "Futuro Campeão do Equador", pelo forte investimento nas categorias de base. Trata-se de uma iniciativa louvável. Dá River Plate.

River Plate

Nacional X Corinthians

Corinthians avança para as quartas depois de uma dupla de jogos truncados, tensão e talvez nem tanto futebol - como a gente espera dessa competição fundamental que é a  Libertadores.

Corinthians

Cerro Porteño X Boca Juniors

Você sabe, Boca Junior sempre é favorito ao título da Libertadores até mesmo quando não é muito e despacha o Cerro Porteño no segundo jogo, disputado em casa.
Já avisa o Galvão Bueno que vai ter Boca Junior e Corinthians nas quartas.

Boca Juniors